29 de julho de 2014

O que você procura jovem?

Tema: O que você procura jovem?
Texto: Lucas 11.9-10: “por isso, vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abri-se-lhe-á”.

Introdução.

Hoje com o advento de tantos mecanismos tecnológicos que nos auxiliam na busca e a forma como as coisas são oferecidas para nós, surge uma pergunta o que realmente buscamos? É comum, especialmente entre os jovens, existir essas dúvidas: com quem vou namorar? Qual emprego? Qual faculdade? Qual curso? Qual carreira? Qual é a minha identidade (rock, pop, reggae, funk etc.)? No texto que acabamos de ler aparece pelo menos três verbos: pedir, buscar e bater. No grego, estão no imperativo presente, indicando que devemos continuar pedindo e batendo. Jesus deixa de lado todos os “se” e “mas” relacionados à oração, e assegura-nos que aquilo que pode verdadeiramente ser chamado de “oração” deve ter resultados seguros. O Senhor asseverou que nossas orações serão respondidas.

I – Identificando o que queremos.

Os primeiros passos para chegarmos a algum lugar é saber para onde queremos ir. De nada adianta subirmos uma grande montanha e depois descobrir que escalamos a montanha errada. A bíblia relata a história de uma mulher grega, de origem siro-fenícia, que vai até a casa onde Jesus estava e suplica por sua filha que estava possessa, porém o mestre respondeu: “deixa primeiro que se fartem os filhos, porque não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. Aquela mulher importunou Jesus de tal forma com a sua determinação e fé que o Mestre disse: “por causa dessa palavra, podes ir; o demônio já saiu de tua filha”. A necessidade da mulher era a libertação da sua filha e qual é a tua necessidade? O que você realmente procura?

II – Sendo constante na oração.

Muitas coisas em nossa vida não são alcançadas por falta de disciplina, persistência e constância. Um atleta só continuará bom se for constante nos treinos, se um rapaz não for constante e suas ações ele não conseguirá a menina que pretende. Da mesma forma aplica-se isso na oração. Devemos ser persistentes porque aquele que pede, recebe. Cristo alenta o fervor e a constância em oração. Deve-se pedir aquilo que necessitamos, como na situação em que um homem acode a seu vizinho ou amigo, que é bom para com ele. Pedimos pão porque precisamos do sustento. Se Deus não responder as nossas orações rapidamente, o fará em seu devido tempo se continuarmos orando. E a experiência mostra que o tempo de Deus é a melhor hora para a bênção chegar à nossa vida, pois se fosse antes talvez não estivéssemos preparados.

III – Mantendo a constância mesmo quando parece que nada saiu do lugar.

Talvez a coisa mais difícil seja continuar ensaiando quando não aparece melhora, continuar treinando mesmo quando os resultados não saltam aos nossos olhos ou continuar firmes quando todos parecem que se afastaram de nós. Mas se Jesus se achega à nós não importa quem se afaste de nós. Persista, ore, purifique-se, não arrede o pé daquilo que você procura no Senhor, porque a seu tempo chegará. A vida deve ser considerada olhando para seu fim: dizia Crisóstomo que o caminho que conduz a um banquete é bom, mesmo que seja através de uma rua barrenta e escura, enquanto que o caminho que conduz à execução é mau, mesmo que passe pelas ruas mais formosas da cidade. Não é o caminho, mas o fim do caminho que deve ser considerado na caminhada.

Conclusão.

Muitas vezes não saberemos aquilo que realmente buscamos. Mas o Espírito Santo nos aponta para onde devemos seguir. E a vontade de Deus é sempre perfeita para nossas vidas. Peça, bata e busque. NELE.

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